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1 Love is a Battlefied. o Sab Fev 06, 2010 11:25 pm

'Nisse


New here!
Hey! Olá, eu sou nova por estas bandas, chamo-me 'Nisse e venho ca deixar a minha fic. É da serie - provalmente vocês devem conhecer - Sobrenatural.
Para quem conhece sabe que tem como personagens principais Sam Winchester (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles) e eles caçam criaturas sobrenaturais. Pronto, a minha fic não segue a mm linha da serie, e as situaçoes, criaturas (os Juhen) sao inventados por moi meme wee!

Deixo aqui as fotos das respectivas "actrizes e actors" que escolhi para as personagens.

Katie Cassidy como a impulsiva Brooke Meadows (Dean girl)

Rachel Taylor como a sensivel Roseanna Sparks aka Rose (Sammy girl) .


Ian Somerhald como o protector Jake Patterson


Brian J. White como o misterioso Ney White*baseado em pessoa real*

Stephen Moyer como o malvado Armand

Alexander Skarsgård como o maquiavélico Avi

Espero que gostem! Aqui fica


S1E1 - MEET THE VANNAR

O bar era barulhento, com copos a baterem uns nos outros, conversas animadas, risos e gargalhadas. Numa mesa distante, ao fundo do bar estavam duas raparigas, uma delas com um ar extremamente aborrecido e uma outra com a cara entre papéis.
― Brooke…- Chamou a rapariga aborrecida. – Brooke! Brooke! B…
― O que foi, Rose?
― Vamos embora, por favor…
― Não!
Rose bufou, encostou-se ao banco. Rose, tinha cabelo loiro que lhe chegava aos ombros, uns penetrantes olhos azuis sempre jovens. Tinha um ar inocente e sensível mas, naquele momento estava a irritar Brooke.
― Vamos embora! Fazia mais sentido se estivesses numa biblioteca.
― Demasiado silencio, não me consigo concentrar.
― Só tu que não te concentras no silêncio!
Brooke levantou os olhos, tinha-os de um azul claro, tinha cabelos lisos pretos. Era claramente mais velha que Rose.
― Não me chateis, okay?!
Pediu Brooke voltando a concentrar-se nãos seus papeis.

Sam e Dean empurraram a porta do bar.
― Então, mais alguma pista sobre este caso marado? – Perguntou Dean passando pelas mesas.
― Nada. – Respondeu Sam atrás do irmão.
Encontraram uma mesa mais ou menos a meio do bar e pediram duas cervejas.
― Detesto quando perdemos rasto do que caçamos…é irritante!
― Eu sei mas, uma coisa é certa, o que procuramos está nesta cidade e provavelmente…- Sam olhou em volta. – Neste bar.
― É, estas criaturas podem ser muito rasteiras mas, são muito desleixadas também. Nunca vi tanto visco na minha vida…blah!
― Pois, é realmente nojento. Sinto que ainda não tirei tudo.
Sam estremeceu.
― Só espero é que não saibam quem nós somos.
― É impossível, Dean. Melhores caçadores do que nós não há…
Sam exibiu um sorriso vaidoso e Dean concordou. Percorreu a sala com os olhos a ver se encontrava os seus alvos mas, ao invés disso parou noutro local não muito longe deles onde se sentavam duas raparigas, observou-as durante um bocado e depois virou-se para Sam.
― Parece-me que aqui podem encontrar um petisco aqui.
Sam olhou para as duas raparigas.
― Fica atento.

― Brooke, vamos embora!
― Podes ir…
― Dá-me a chave! – Rose estendeu a mão. Brooke continuou com os olhos nos papeis.
― Nem pensar que deixo tocar no BMW. Lembraste do que aconteceu da outra vez?
― Foi um acidente, o gato meteu-se a frente! E aqui não há gatos!
― Pois não, mas há pessoas. Ou vais a pé ou esperas por mim!
Brooke não desviava os olhos dos jornais.
― Nunca vamos encontra-lo, sabes?!
Nesse instante Brooke levantou os olhos do papel lentamente.
― Rose, não vás por ai…
― Estamos nisto a meses! Já nem sabes se ele está vivo, quanto mais se alguma vez o verás.
― Estou a avisar-te.
― Já faz um ano, Brooke e…
― Okay, se me queres irritar, estás a conseguir!
Rose calou-se. Brooke era conhecida por ser um furacão engarrafado, levava tudo a frente se necessário. As duas olharam-se durante segundos como se travassem uma batalha mental, no fim Rose afastou o olhar.

― Dean…- Chamou Sam, tocando no ombro do irmão. Tinha os olhos na porta, nesse momento entraram dois motards, feios, gordos, suados e cheios de pelos.
― Espera… – Os motards passaram por eles, deixando um cheiro doce. – Cheiraste? São mesmo eles.
― Pois, uma coisa é certa coisas tão feias não dá para esconder.
― Olha, para onde eles vão. – Os motards tinham parado durante segundos, e depois caminhavam para a mesa das duas raparigas.
― Como seria de esperar.

Brooke estava novamente concentrada nos seus papéis e jornais, enquanto Rose abanava a perna e bufava constantemente.
― Pára com isso! – Pediu Brooke.
― Paro quando formos embora deste lugar! Se soubesses o que eu oiço…
Brooke desviou os olhos do papel.
― Não oiças! Sabes, que não deves usar essa “coisa”
― Não consigo evitar!
― Consegues sim! A Carmen, ensinou-te a controlar, lembraste?!
Rose olhou em volta e parou numa mesa não muito distante onde estavam sentados dois rapazes, que olhavam para a sua mesa.
― Caçadores.
Brooke olhou para eles, eram os dois muito bonitos.
― Estão a caçar alguma coisa?
― Sim, só não consigo perceber o quê…
Então, ouviu-se um arrastar de cadeiras e dois homens grandes sentaram-se ao lado de cada uma. Tresandavam a álcool e a suor mas, havia algo mais. Um cheiro esquisito que envolveu o ar quando se sentaram.
― Já viste isto Karl? Tão lindas e tão sozinhas…- Disse o homem sentado ao lado de Rose, tocando-lhe no cabelo, cheirando até uma madeixa.
― Hum…aposto que sabe tão bem quanto cheira, não é Komal?- Disse o outro, encostando o nariz ao pescoço de Brooke. A rapariga estava em pânico porquê que não se mexia, porquê que não dizia nada, porquê que se sentia a derreter e…
― Ó amigo! – Uma mão pousou sobre o ombro do homem que cheirava Brooke e puxou-o para o lado. – Não me parece que elas estejam a gostar da tua companhia.
O homem virou-se e encarou Dean, era bem mais alto do que ele e bem mais gordo. Observou-o de cima abaixo, respirou fundo como se o cheirasse e depois sorriu.
― Vamos, Karl.
O outro levantou-se, trocou olhares com Sam e depois seguiu o outro.
Brooke sentiu como se um peso fosse retirado do peito.
― Estás bem? – Perguntou Dean. A rapariga olhou para ele perdeu-se nos seus olhos verdes.
― Sim. Rose?
― Estou bem.
Rose sorriu brevemente e olhou para Sam. De onde saíra ele? Aquela beleza não devia andar por ai, a solta! Sam sorriu e ela sentiu-se a estremecer.
― Não devem incomodar-vos mais. – Disse com uma doce voz.
― Obrigado. – Respondeu Rose num suspiro.
Brooke começou a arrumar papéis.
― Rose…vamos? Não eras tu que querias ir embora?
Dean leu de relance o que estava ali espalhado, pareciam ser jornais desde a um ano atrás a maior parte sendo anúncios.
― Esperem, tomem qualquer coisa connosco. – Disse Sam.
Rose sorriu, claro que queria ficar.
― Não. Temos de ir, talvez fique para uma próxima. Rose.
― Sim, eu já ouvi.
Levantou-se rapidamente passando por Sam as pressas. Brooke pegou nas suas malas e passou por Dean.
― A palavra é “Obrigado”
Ao ouvir a sua voz Brooke arrepiou-se. Virou-se para trás e enfrentou-o.
― Desculpa?!
― Quando se é ajudado por alguém, normalmente usa-se uma palavra no fim e é “Obrigado”
Brooke expirou fundo e levou Rose consigo.
― Rose, vamos.
E as duas saíram do bar com uma rapidez incrível.
― Uau…somos assim tão feios? – Perguntou Sam.
― Não, provavelmente são lésbicas.
― Provavelmente.
Voltaram para as suas mesas.
― Repete lá o caso.
― Estou farto de repetir.
― Faz-me a vontade, Sammy.
Sam suspirou tentando lembrar-se do caso.
― Os Vannar são criaturas que perseguem aromas, é como se fosse uma espécie de chamamento. Por exemplo, vão na rua e se apanham um cheiro de que gostam…
― Perseguem a pessoa com esse cheiro.
― Exactamente! Podem faze-lo uma vida inteira e percorrer quilómetros de distancia. Quando as encontram, envolvem-nas com o seu odor. Tu sentis-te aquele cheiro doce, quando eles passaram, certo?
― Senti. Como é que criaturas tão feias, cheiram tão bem, ainda não percebi.
― É para as atrair, ao sentirem aquele cheiro as presas sentem uma espécie de paixão imediata, deixam-se levar pelos Vannar e só “acordam” quando já é tarde. Uma espécie de hipnose.
― E o que aconteceu as duas malcriadonas de a bocado?
― Basicamente estão marcadas, pelos vistos gostaram do cheiro delas e muito.
― Se forem apanhadas, os Vanar tiram-lhes o cheiro tirando-lhes a pele, e passam a usar o corpo delas para atraírem o próximo alvo.
― Daí largarem aquele visco amarelo que encontramos anteontem, certo? – Sam abanou a cabeça em sinal positivo. ― Ou seja nós, temos de encontra-las, antes dos Vanar.
Os dois olharam um para o outro e como se tivessem tido o mesmo pensamento levantaram-se da mesa e saíram a correr.

― Porquê que foste tão mal educada? – Perguntou Rose, a medida que se aproximavam do carro.
― Não fui mal-educada! – Respondeu Brooke trazendo os jornais debaixo do braço.
― Foste sim, eles estavam a ser simpáticos.
― Para ti são todos simpáticos!
Rose parou.
― Eles eram!
― Tu conhece-los?! Já os viste em algum lado? – Rose ia responder. - E não te atrevas a dizer que “ouviste” porque isso não funciona assim!
Rose revirou os olhos. As vezes a irmã era insuportável.
Subitamente, foi como se o seu alarme tivesse disparado, Rose pôs-se em alerta.
― Brooke, não achas que ficou silencioso demais?
Brooke parou também, de facto, já não se ouvia o barulho do bar e nem estavam assim tão longe.
Começou a ouvir-se uma espécie de rosnar a volta delas, algo incompreensível e que parecia vir de todos os lados. E parecia aumentar a medida que se aproximava.
Ao mesmo tempo Sam e Dean saiam a correr do bar, na sua direcção.
― HEY!
― CUIDADO!
Então, Rose virou-se para trás e viu o grande homem com uma cara horrível, nem teve tempo para gritar, o homem agarrou-a e meteu a mão na sua boca. Depois flectiu os joelhos e mandou um grande salto mas, tão grande que desapareceu no céu. Brooke foi a seguir, o homem segurou-a com força e os dois elevaram-se do chão num salto com tanta força que fez um buraco.
Sam e Dean correram o mais que puderam mas, só chegaram a tempo de ver as folhas que Brooke levava na mão a flutuarem.
― Merda! – Exclamou Sam.
― Caramba, que eles sabem saltar!
― Pois, não pensamos nesse detalhe, o Vannar saltam como se fossem pulgas gigantes…
Os dois recuperaram fôlego, ainda de olhos no céu, vendo as folhas de Brooke cair.
― Como é que as vamos encontrar?
― Bem, eles gostam de locais húmidos, escuros…
Sam observou uma folha que caiu no chão em cima de uma tampa de esgoto.
― Dean, esgoto.
O irmão olhou para a tampa e fez uma cara de nojo.
― Oh não, porquê que tem ser no esgoto?!

Brooke abriu os olhos estava deitada numa mesa e sentiu uma dor na nuca. Passou a mão, mas não tinha sangue, apenas um galo. Sentou-se na mesa, sentiu o frio contra a pele e viu-se apenas de soutien e cuecas. Olhou em volta, nem sabia onde estava. Havia no ar um cheiro muito forte, estava frio, e ouvia-se água a passar. Ainda se sentia meio tonta, mesmo assim, arriscou levantar-se mas, mal o fez caiu no chão sujo, não conseguia sentir as pernas.
Ouviu-se um riso de leve.
― Vais a algum lado?
Brooke levantou a cabeça e viu um dos homens sentado a sua frente rodando uma faca.
― Quem és tu?!
― Humm…ninguém. – Brooke pôs-se de gatas e o homem levantou-se. ― Shhh, calma…não te vou magoar…por agora.
Levantou-se, deu passos largos e agarrou Brooke pelo braço. A rapariga mal se aguentava nos pés e logo foi empurrada contra a mesa fria, bateu com as costas e caiu no chão…

Rose abriu os olhos mas, desejou não os ter aberto. Em cima de si estava o outro homem grande e feio.
― Olá, loirinha.
A rapariga gritou mas o homem pôs-lhe a mão na boca e mostrou-lhe uma faca encostando-a abaixo do seu olho.
― Se eu fosse a ti calava-me, não queres perder esses lindos olhos, pois não?! Vais ficar quietinha e fazes tudo… – Fez pressão com a faca e Rose gritou um pouco. – Mas, tudo o que eu mandar.
Cheirou os cabelos de Rose que chorava e tremia de pânico.
― Hum…delicioso…Fica quieta!
O homem sentou-se em cima de Rose e tirou a língua de fora, uma enorme língua, com a qual lambeu a cara de Rose. A rapariga, desobedecendo, começou a lutar.
― PÁRA QUIETA!
Rose gritou outra vez e o homem com raiva pegou na sua cabeça e bateu contra a mesa. A jovem caiu nume estado de inconsciência imediata.
O homem ia continuar quando dois tiros nas costas o fizeram cair para o lado, para logo depois se levantar rapidamente mas, não teve reacção foi logo, envolto num mar de chamas e fez-se em pó.
Sam aproximou-se da mesa e viu Rose em roupa interior azul de rendas. Observou-a durante um segundo, era de facto muito bonita. Os seus cabelos loiros molhados estavam espalhados sobre a mesa e Sam achava-a muito linda.
Rose assustou-se ao ver Sam debruçado sobre si e gritou mexendo muito os braços, sem querer acertou em cheio com um soco no nariz de Sam que deu uns passos para trás.
― CALMA! Estou aqui para ajudar! Calma!
Segurava o nariz, que não sangrava mas, que doía imenso. Rose acalmou-se, sentou-se e olhou em volta. Pregou os olhos no monte de cinzas fumegantes e depois olhou para Sam.
― Oh…Desculpa, a sério…não queria…Desculpa…
Saltou da mesa e aproximou-se dele para ver se sangrava.
― Sim, eu percebi. Não faz mal…
Olharam-se durante um bocado. Sam, sem querer percorreu o corpo da rapariga com os olhos, que tremia de frio e tinha os cabelos molhados da água que caia do tecto. Rose quando se deu conta do seu estado, apressou-se a tapar o corpo com as mãos.
― Toma…- Sam tirou o casaco e entregou a Rose. ― Sou o Sam. Sam Winchester
― Obrigado. - Disse Rose vestindo o enorme casaco. ― Roseanna Sparks, mas chama-me Rose…
Olharam-se novamente e Sam não pode de notar que Rose o observava com um ar de muita atenção. Subitamente ela ficou nervosa.
― A minha irmã…
― Ela é tua irmã?
Sam lembrou-se da possibilidade de serem lésbicas e riu-se.
― Sim, porquê?
― ‘Oh nada. Não te preocupes, o meu irmão, Dean cuida dela.

Brooke estava a ser maltratada pelo motard quando Dean apareceu, estava numa mesa Brooke estava encostada a uma parede húmida e suja enquanto era cheirada pelo motard.
― Larga a miúda!
O motard virou-se para Dean.
― Diz, quem?
― Digo eu! Larga-a!
Dean tirou um isqueiro e segurou-o ameaçadoramente a frente do aparelho de gás que construiu em casa.
O homem pegou em Brooke e meteu-a a sua frente como se fosse um escudo, tirou a língua de fora e lambeu a sua cara, fazendo com que Brooke fizesse uma cara de nojo.
― Vamos lá ver se me queimo com ela a frente…
Dean trocou olhares com Brooke, despenteada, um pouco suada e em roupa interior preta. Apetecível, segundo os padrões de Dean.
Voltou a olhar para o homem que tinha os olhos a brilhar.
― Tudo bem…- Dean poisou o aparelho de gás e o isqueiro no chão. – Pronto…
O homem sorriu.
― Talvez queiras um pedaço…
Dean ainda estava dobrado, precisava de ser rápido.
― Não, tenho uma ideia melhor.
Num movimento rápido, quase invisível, pegou na Colt e disparou mesmo na testa do homem que caiu no chão, levando Brooke com ele.
Dean largou a Colt e tratou de incendiar o corpo do homem. Enquanto as chamas queimavam o corpo virou-se para Brooke, ajudando-a a levantar-se.
― Estás bem? Ele magoou-te?
― Não, estou bem…a minha irmã?
― Ela é tua irmã?!
― Sim! – Exclamou Brooke. – Onde é que ela está?
― Hum…O Sam, meu irmão, tem-na.
Olharam-se durante um bocado e Brooke deu-se conta que ainda estava de soutien e cuecas.
― Dás-me a minha roupa?
Dean apanhou o que pareciam ser calças e uma camisa, ia entregar mas hesitou. Tinha que aproveitar.
― Só entrego se dizeres “Obrigado”
― Hã?!
― Sim, “Obrigado” por aquilo do bar e por agora. – Exigiu Dean, numa voz calma e sedutora.
― Não, agora dá-me a minha roupa!
Brooke estendeu a mão mas, Dean deu um passo atrás.
― Diz! É simples ou preferes andar de soutien e cuecas por ai?
― A curvar-me perante um sedutorzinho barato, como tu. Sim!
Dean ia responder mas Sam apareceu com Rose pelo braço, num reflexo rápido Brooke tirou as roupas da mão de Dean deixando-o de mão estendida.
― A roupa é minha…
Passou por ele com um ar convencido e Dean observava o seu andar. Um belo exemplar de cuecas e soutien preto.
Um belo exemplar.
Rose riu-se e corou.
― O que foi? – Perguntou Dean.
― Nada…
Foi-se embora com um sorriso nos lábios.

Momentos mais tarde Sam e Dean estavam junto ao Impala com Rose completamente vestida.
― Vannar? Aqueles eram Vannar? – Perguntou novamente, vendo que se livrara de boa. – Uau, nem sequer tinha reparado.
― Pois, o cheiro deles deixou-vos meio desnorteadas. – Disse Sam sorridente. ― Sorte que estávamos a caça-los, desde a duas semanas. Podia ter acontecido algo pior se não tivéssemos chegado a tempo.
― Obrigada. – Disse Rose.
― Que fazem vocês por aqui? Não estão a caçar, pois não. – Perguntou Dean Rose ficou um pouco desconfortável. – Quer dizer, não tens de dizer nada.
― Oh, não faz mal. Viemos a procura de uma pessoa…
― Quem?
Brooke apareceu.
― Nós viemos a procura de uma pessoa mas, ela já se tinha ido embora e nós também vamos.
― O Jake Patterson, certo? – Perguntou Sam. Tanto Brooke como Rose ficaram espantadas. O rapaz sacou dos jornais e papéis de Brooke. – Alguns classificados tinham letras ao invés de números, chegamos a conclusão que eram códigos, cada número era uma letra do alfabeto. Quando concluído dava sempre o mesmo nome, Jake Patterson, o nome de uma cidade e de um motel.
Brooke agarrou nos papéis.
― Se quiserem nós podemos ajudar, eu e o Sam temos experiência em encontrar gente que não quer ser encontrada. – Disse Dean com orgulho.
Brooke olhou para a irmã, ignorando a oferta de Dean.
― Temos de ir.
― Miúda, pára de ser mal-educada, estamos a oferecer-te ajuda ao menos agradece! – Reclamou Dean.
― Não precisamos de ajuda, cá nos arranjamos.
― Pois, viu-se. Quase que ficavam sem pele se não fosse por nós!
― Queres uma medalha?!
Dean ia responder-lhe mesmo a letra mas, Sam tocou-lhe no braço, pedindo-lhe que parasse. Rose fez o mesmo a irmã.
― Desculpem, rapazes. Temos mesmo de ir…- Disse Rose com um sorriso gentil.
Brooke afastou-se mas, parou de repente, não tinha carro. Rosnou ao ver a sua situação.
― Bolas!
― Querem boleia? – Perguntou Dean.
Brooke virou-se para ele, e viu a sua cara de abuso.
― Vamos a pé!
Rose aproximou-se da irmã com um ar irritado.
― Pára de ser orgulhosa! Está escuro, estamos no meio do nada e a única maneira de voltarmos é como eles, portanto engole isso e vamos!

Durante a curta viagem até ao bar, Brooke foi em silêncio, concentrada nos seus pensamentos enquanto, a irmã Rose falava alegremente com o Sam e Dean.
Chegaram ao bar e Brooke foi a primeira a sair, caminhando para o carro.
― Obrigado – Disse Rose outra vez. Virou-se para o carro mas, parou de repente, não gostava de fazer aquilo mas, sentiu que era necessário. Fechou os olhos e concentrou-se.
Quando chegarmos ao motel, tenho de ver quem é este Jake Patterson.
Voltou-se para trás, olhava especialmente para Dean.
― É um assunto pessoal, agradecia que não se metessem.
Dean sentiu-se intimidado.
Agora tenho mesmo de saber.
― Por favor não te metas…
Como é que ela sabe?
Rose sorriu.
― Por favor?!
― Okay. – Assegurou Sam. Dean fez um sorriso breve mas, não disfarçou a tensão.
― Obrigado, rapazes.
Brooke aproximou-se com o seu BMW preto, rebaixado e de vidros fumados.
― Vês?! Ela sabe dizer “Obrigado” – Disse Dean.
Brooke olhou para Dean e sentiu vontade de o fulminar mas, não respondeu, limitou-se a olhar para a frente, apertando o volante. Que irritação era aquele rapaz!
As duas entraram no carro e desaparecendo a alta velocidade.
― Meu, eu falei em voz alta? – Perguntou Dean.
― Não. – Respondeu Sam, observando o BMW que se afastava.
― Então, como é que ela sabia que estava a pensar em procurar o nome do tal Jake?
― Não sei…mas, foi muito esquisito.
― Muito.

CONTINUA...
PROXIMO EPISODIO: LITTLE BROTHERS ON STRIKE

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2 Re: Love is a Battlefied. o Dom Fev 07, 2010 11:32 am

analmeida


Administração
Ganhas-te uma fã com a tua fic Very Happy
Ja agora bem vinda (:
Amei a tua historia e quero mais Very Happy
Espero o proximo episodio (:


_________________




Alexander Skarsgard

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3 Re: Love is a Battlefied. o Qui Fev 11, 2010 10:56 pm

Marta_Somerhalder


Looking around
Lindo, lindo...
Quero o Jake Patterson!!!
Quero, quero, quero!!!
A tua história tá mesmo linda
Ganhaste outra fã para ela!!!
Mas não te esqueças!!!
Queroooooooooo oooooooooo Jakeeeeeeeeeeeeeeeee!!!! Twisted Evil Very Happy

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4 Re: Love is a Battlefied. o Qui Fev 11, 2010 11:47 pm

'Nisse


New here!
Miss_Salvatore escreveu:Lindo, lindo...
Quero o Jake Patterson!!!
Quero, quero, quero!!!
A tua história tá mesmo linda
Ganhaste outra fã para ela!!!
Mas não te esqueças!!!
Queroooooooooo oooooooooo Jakeeeeeeeeeeeeeeeee!!!! Twisted Evil Very Happy


LOOOL Okay, Miss Salvatore! Hei-de escrever um final alternativo depois posto so para ti! :p

BeijaOO. Bgada pelo comment!

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5 S1E2 - LITTLE BROTHERS ON STRIKE o Sex Fev 12, 2010 12:01 am

'Nisse


New here!
Weeeee!! Novo epi, só para vcs, meus caros!
Bem, alguns epis vão ficar a meio, para criar mais espectativa xD é como este, é apenas uma especie de introdução o resto, só para a semana. Quero agradecer as meninas que comentarão, adorei mm! Fiquei mt contente que tenham gostado! BeijaOOO...


S1E2 - LITTLE BROTHERS ON STRIKE



“Sede, tenho tanta sede. Preciso de beber. Preciso!”
Era o pensamento que ecoava na cabeça de um rapaz que passava por arvores a alta velocidade. Olhou para o céu, a lua cheia era mais visível que nunca. Os seus olhos já não eram verdes mas, sim cinzentos, os seus dentes enormes e o seu instinto animal apurado. Subiu para uma pedra, encheu o peito e uivou para a Lua.
“Fome. Tenho tanta fome…”Inspirou fundo. Olhou por entre as arvores e viu uma pequena luz.
“Sede...”Fechou os olhos e ouviu risos ao longe. Desceu da rocha e correu a uma velocidade quase invisível ficou atrás de uma árvore. Um grupo de três homens riam-se numa noite divertida. Finalmente, já tinha como pôr fim a sua sede.

Rose estava no quarto a brincar com uma bola de ténis, atirando-a contra a parede. Brooke saiu da casa de banho e a bola passou mesmo por cima da sua cabeça.
― Estou farta de ver esta bola.
A irmã mais nova riu-se.
― É anti-stress!
― Acredito, que tu sejas muito stressada, Rose.
A irmã mais velha apanhou a bola e atirou a irmã, que apanhou com agilidade.
― Onde vais?
― Vou lá para baixo.
Rose sentou-se ao ver a irmã sair com as folhas e pedaços de jornal debaixo do braço.
― Por favor, diz-me que vais pesquisar acerca do caso do Lobisomem!
Brooke parou e virou-se para a irmã
― Não comeces!
― Começo sim, chega a ser doentio, Brooke.
― Era suposto apoiares-me. Eu sei que é cansativo, e é chato mas, eu tenho de encontrar o Jake, sabes que sim.
― Eu apoio-te, Brooke, sabes que sim mas, neste momento temos um lobisomem a solta! Há coisas mais importantes do que encontrar quem não quer se encontrado…
Brooke revirou os olhos e saiu do quarto.
Rose levantou-se e foi até a janela, lá fora começava a ficar tarde e a rua toda tinha uma cor alaranjada. Passou os olhos pelo parque de estacionamento e viu um carro. Reconheceu o carro, virou-se para trás.
― Brooke, o…- Mas, a irmã já tinha saído.

― Sam! – Gritou Dean. – Despacha-te, pareces uma mulher!
Sam abriu a porta da casa de banho, de onde saiu fumo.
― Calma…
― Meu, tenho tanta fome! - Dean estava deitado na cama com a mão na barriga.
― Queixares-te não faz-me andar mais depressa.
A barriga de Dean fez um som assustador.
― Estás a ouvir? Estás a ouvir o meu estômago, Sam? Mexe-me esses ossos, puto!
― Não me chames puto, Dean! Já vamos, ainda não estou vestido.
Sam ainda lutava por meter o cinto nas calças, encontrava-se sem camisa mostrando um corpo escultural, com uns músculos bem definidos.
― Oh meu, estou com fome!
― Já ouvi, Dean!
Sam procurava uma camisa decente para vestir.
Dean levantou-se e caminhou para a porta.
― Olha, fui…
― Espera!
― Espero por ti, lá em baixo! Demoras muito e pagas o jantar.
Saiu batendo com a porta atrás de si.

Brooke estava numa mesa distante, no restaurante. Novamente concentrada nos seus papéis, tinha um copo de sumo de laranja a frente acompanhado com um pedaço de bolo. Estava com o cabelo apanhado com algumas madeixas na cara, acompanhado de um top cruzado.
Pegou no copo de sumo para beber, quando parou de súbito. A porta do restaurante estava Dean, mal ele a viu dirigiu-se para a sua mesa. Voltou a esconder o olhar nas folhas.
― Brooke Meadows.
Brooke levantou os olhos e viu Dean com os braços cruzados.
― Dean...Win...Winchester, não é? – Perguntou fingindo-se esquecida.
― É sim
― Okay…O que estás aqui a fazer?
― Vim comer. – Respondeu Dean, olhando em volta. – O que é estranho é estarmos no mesmo hotel. Andas a seguir-me?
Brooke fez um ar enjoado.
― Querias isso, não querias?
― Não sejas azeda, Brooke não fica bem!
― Ainda não respondeste a minha pergunta…
Dean puxou uma cadeira e sentou-se.
― Pronto, vá, estou aqui a trabalhar.
― Para o bronze?
Dean sorriu
― Num caso…- Esticou a mão, tirou-lhe um bocado do bolo e comeu-o. – Hum…canela. Então, outra vez nos classificados?
Imediatamente Brooke afastou os jornais da sua vista.
― Não é da tua conta.
Dean debruçou-se sobre a mesa ficando a poucos centímetros de distância.
― Sabes, começo a ver rugas de expressão na tua cara…Yep! Se eu fosse a ti aprendia a ser menos mal-educada e talvez, só talvez, continuasses jovem durante um ano ou dois.
Exibiu um sorriso vitorioso e conquistador.
A eles juntou-se a irmã mais nova de Brooke, Rose.
― Olá, Dean.
― Olá, Rose. Simpática e jovem, Rose.
Uma clara provocação a Brooke, ao que esta revirou os olhos. Já Rose, sorriu.
― Bem, que vi o teu carro lá fora.
― Viste? E não me disseste nada? – Perguntou Brooke.
― Eu dizer mas, tu saíste disparada…- Desculpou-se Rose.
Brooke virou-se para Dean.
― Que fazes por aqui?
― A trabalhar, num caso…- Respondeu Dean.
― Se permites, posso saber qual é? – Perguntou Rose.
― Lobisomem!
Brooke virou-se para ele automaticamente.
― Quê?! Lobisomens!
Lobisomem, singular!
― Não podes esse caso é meu!
Dean lançou uma gargalhada.
― Desculpa, pequena. Este caso é meu. Eu e o Sam trabalhamos nele a duas semanas.
Brooke levantou-se.
― Mas eu cheguei primeiro. Este caso é meu, portanto…- Estendeu a mão e Deu um empurrão a Dean. ― Afasta-te!
Dean levantou-se também.
― Não!
Rose olhou em volta, todas as pessoas do restaurante olhavam para os dois.
― Brooke, vá lá…
― Não! Este caso é meu, logo ele vai bazar!
― Ahahahah – Riu-se Dean mas, depois ficou sério. ― Nem nos teus sonhos!
― Tudo bem, vamos ver quem apanha esta coisa primeiro. Se eu, ou tu, Dean!
― Óptimo!
― Óptimo!

Sam vinha a descer as escadas, quando esbarrou contra algo.
Rose caiu ao chão de rabo.
― Oh, desculpa…não te vi…
Ajudou Rose a levantar-se
― Uau, Sam! O que tens ai, pedra?
Rose deu-lhe um soco no peito e Sam riu-se, não tinha dado com força suficiente.
― Desculpa, Rose. - Sentou a rapariga nas escadas. - Que fazes por aqui?
― Bem, eu e a Brooke vínhamos caçar um Lobisomem mas, penso que agora é entre ela e o Dean.
― Não percebi…
― Bem, o teu irmão e a minha irmã, estão numa corrida para ver quem apanha o lobisomem primeiro.
― Estão loucos…
― Digo o mesmo. - Ficaram em silêncio durante um bocado. – Sabes, devíamos trama-los.
― Como assim?
― Fazemos greve! – Rose exibiu um sorriso. – Aposto que tu, como eu, és o cérebro das operações, certo?
Sam mostrou um sorriso timido.
― Não gosto de gabar-me…
― Okay, então deixemos que eles resolvam o caso!
― Sozinhos?
― Sim, eles que andem as voltas. Afinal, eu ouvi a Brooke e o Dean a dizer que o caso era deles, portanto eles que resolvam!
― E nós que fazemos?
― Por agora, nada…que tal?
Sam olhou para ela, era simplesmente linda, o que dizia não parecia ser má ideia mas, a sua beleza e sorriso convenceu-o mais rapidamente.
― Okay, estou dentro!
Rose bateu palmas.
― Fantástico!
Nesse momento apareceram Brooke e Dean com um ar furioso.
― Temos de conversar…- E puxaram os respectivos irmãos para cada lado.

― Dean não vou ajudar-te!
Sam estava encostado a parede com os braços cruzados.
― Oh meu, tens de ajudar.
― Não!
― Porquê?

― Bem, segundo ouvi o caso era teu, não nosso! – Exclamou Rose, sentada nas escadas.
― Quando eu digo “meu” sabes bem que é “nosso”
― Não, eu ouvi “meu” e, neste caso significava que, era apenas e somente "teu"!
― Não estejas com manias, Rose!
― Não é mania, Brooke! Não vou ajudar-te, estou de greve!

― Quê? Greve?
― Sim, Dean.
― Desde quando?
― Desde agora.
― Porquê?

― Porque me apetece, Brooke!
― Estás a ser parva, Rose.
A irmã levantou-se.
― Não, tu é que disseste que o caso era teu, logo vai trabalhar sozinha.
― Não achas que estás velha demais para birras?

― É apenas o nosso ponto de vista.
― Teu e da Rose, certo?
― Sim.
Dean bufou.
― Sam, eu pago-te!
Sam revirou os olhos.
― Não preciso que pagues coisa alguma, não vou ajudar-te! E a Rose acha que…
― A Rose? Oh, Sammy…
― Desculpa, Dean. Estás por tua conta…

― Desculpa, Brooke. Estás por tua conta!

― Não, não, nãoooooo…
O silêncio foi instantâneo, mas a sede continuava. Olhou em volta e viu corpos dizimados e ouviu passos, virou-se e viu um a fugir por entre as arvores, não a valia a pena fugir. Iria apanha-lo.

― Como correu? – Perguntou Rose a Sam que estava encostado a parede do hotel.
― Bem, ficou um pouco chateado, até se ofereceu para pagar o meu serviço.
― A Brooke acha que é uma birra. - Rose riu-se. ― Podias fritar um ovo na testa dela.
Sam desencostou-se e meteu as mãos nos bolsos.
― Tens a certeza disto? E se corre mal?
― Não corre nada mal, vão apenas aprender a não ser egoístas! Vai passar…- Disse com um sorriso.
Pegou na mão de Sam e puxou-o.
― Onde vamos?
― Estamos de greve, vamos passear!

Passaram-se horas e horas. Dean estava embrulhado em papeis, este lobisomem adorava vaguear, já tinha estado por todo o lado e tinha deixado um rasto incrível, não parecia parar.
Ouviu-se um bater a porta, pensando que era Sam, Dean abriu.
― Afinal vens aju…oh, és tu…
Brooke estava a porta com um ar carrancudo, entrou sem ser convidada, virou-se para Dean coma as mãos nas ancas.
― Desisto!
― O quê? Terei ouvido as palavras que ouvi, Brooke?!
― Não abuses, Dean.
― Oh, só um bocado…
Brooke riu-se com vontade, algo que não fazia a algum tempo e Dean sorriu com ela.
― Tudo bem. – Sentou-se na cama. – Acerca do lobisomem, isto é…
― Complicado. – Completou Dean.
― Sim. Posso? – Perguntou apontando para o computador de Sam.
― A vontade…- Dean achou estranho o facto de Brooke estar tão simpática. Sentou-se ao seu lado e observou-a. Tinha posto o cabelo do lado contrário ficando uma autêntica cortina castanha sobre o ombro. Os seus olhos estavam brilhantes com a luz do computador e Dean viu ao pescoço um pequeno fio com um anel pendurado, com algo escrito “De Jake com…”
― Hum…- A voz de Brooke distraiu-o.
― O que foi?
― Repara nisto. – Mexeu no computador. – Este lobisomem é novo, daí todas estas matanças. Está morto de sede.
― Isto tudo a menos de um mês…
Brooke olhou para ele, de facto era lindo, aqueles olhos verdes eram um pecado existirem. Dean sentiu-se observado e olhou também para Brooke.
O computador apitou, sinal de bateria fraca e sem querer Brooke derrubou a garrafa de cerveja que caiu no colo de Dean molhando um pouco da sua t-shirt.
― Oh desculpa…
Dean levantou-se.
― Não faz mal…
Num impulso tirou a t-shirt. Brooke desviou o olhar para a televisão que anunciava uma notícia de última hora. Pegou num comando e subiu o volume.
“Noticia de ultima hora: Dois campistas foram encontrados mortos no Oak Park. Segundo a polícia são obra do mesmo assassino que atacou em outros estados. A polícia dentro de momentos fará uma declaração…”
― Oak Park? Isso é aqui perto…- Disse Brooke. Olhou para o lado e viu Dean de costas a escolher uma t-shirt, tentou desviar o olhar do seu corpo escultural mas, estava completamente apanhada. Quando encontrou a t-shirt, Dean virou-se a vesti-la mostrando os peitorais.
― Temos de ir…
― Hã?! – Perguntou Brooke meio desnorteada.
― Temos de ir. Lobisomem, lembraste?
Dean vestiu a t-shirt e Brooke desceu a terra.
― Sim, vamos.

Sam e Rose iam pelo parque, a noite estava cerrada e enquanto andava tinham o caminho iluminado pelos candeeiros cor de laranjas.
― Afinal o porteiro tinha razão, este parque é muito bonito. – Disse Rose.
― Porque quiseste vir aqui?
― Queria um sitio sossegado. - Disse Rose. - Muita gente lá no hotel, faz-me um pouco de confusão, muita conversa ao mesmo tempo...
Rose preferia afastar-se de lugares apinhados, não conseguia controlar o seu dom e as vezes ouvia coisas que prefeia não ouvir.
― Pois, eu tambem não gosto muito...
― Mas, não pelas mesmas razões que eu...- Disse Rose tão baixo que Sam não ouviu.
Os dois caíram num silêncio momentâneo enquanto andavam.
― Então, conta-me a tua…história. – Pediu Sam. Rose revirou os olhos. ― Sim, já ouviste a minha e do meu irmão, agora quero ouvir a tua história!
Rose riu-se. Avistou um banco e sentou-se.
― O que queres saber, Sr. Coscuvilheiro?
O rapaz pensou durante um bocado.
― Como é que tu e a Brooke são tão diferentes? Nem parecem irmãs, tu és tão calma e ela é tão explosiva…
― Talvez, porque nós não somos realmente irmãs. – Sam fez um ar de espanto. – Sim, é verdade. Eu e a Brooke, não somos irmãs, pelos menos não de sangue. Fomos criadas por uma senhora chamada Carmen, que é como se fosse a nossa mãe.
― E os vossos pais?
― Os meus pais e os da Rose morreram no mesmo acidente. Íamos todos no mesmo carro, quando um idiota bêbado abalroou-nos, apenas eu e ela sobrevivemos. Foi praticamente um milagre, no meio tanto metal e vidro estarmos ali, sã e salvas. – Sam continuou calado a espera de continuação. ― O acidente mudou-nos muito, mesmo sendo muito pequenas, principalmente a mim…
― Como assim?
Rose olhou para Sam, será que devia contar acerca do seu poder? Nunca ninguém soube do que fazia, tentava esconder o máximo que podia.
Ajeitou-se no banco, estava claramente nervosa sempre que se aproximava do topico.
― Hum…eu consigo...
“Sede! Tenho tanta sede.”
Levantou-se e olhou para o conjunto de árvores cerrada que estava no parque.
― Rose, está tudo bem?
A rapariga continuava com um ar sério, nem ouvira o chamamento de Sam. Tinha a pele arrepiada e o coração acelerado, aquela voz que ouvia metia medo.
“Consigo sentir o sangue a bombar…”Então ouviu-se o restolhar de folhas, que foi aumentando de volume. Subitamente Sam agarrou Rose e puxou-a para si. A rapariga estava com a cabeça no peito de Sam conseguia ouvir o seu coração a bater acelerado. Olhou para cima e viu Sam a olhar em frente muito tenso, seguiu-lhe o olhar e viu o que o assustava.
― Sam…
Detrás de um poste de iluminação estava um homem com uma camisa manchada de sangue, com um ar desgrenhado. Grandes olhos cinzentos, a boca cheia de sangue, roupas rasgadas. Sam apalpou sentiu os bolsos leves, não tinha arma!
― Não largues da minha mão…
― O que é aquilo?
― É um lobisomem.

Medo!

NEXT EPI: BIG BROTHERS SAVE THE DAY

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6 Re: Love is a Battlefied. o Sab Fev 13, 2010 1:13 pm

Pereira_Girl


Just think about it
Nissseeeeeee (yey )

Já sabes que adoro a tua fic

Continuaaaa!


_________________


We got it Wink



Sexy Lips ^^
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7 Re: Love is a Battlefied. o Sab Fev 13, 2010 1:32 pm

Marta_Somerhalder


Looking around
'Nisse escreveu:
Miss_Salvatore escreveu:Lindo, lindo...
Quero o Jake Patterson!!!
Quero, quero, quero!!!
A tua história tá mesmo linda
Ganhaste outra fã para ela!!!
Mas não te esqueças!!!
Queroooooooooo oooooooooo Jakeeeeeeeeeeeeeeeee!!!! Twisted Evil Very Happy


LOOOL Okay, Miss Salvatore! Hei-de escrever um final alternativo depois posto so para ti! :p

BeijaOO. Bgada pelo comment!


Ah ah Very Happy
Bigada Nisse Smile
A história tá cada vez mais linda...
Tens muito jeito!
Continua Razz


_________________
Kiss me
And I'll take your lips to paradise
And paradise will never feel so nice

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8 S2E3 - BIG BROTHERS SAVE THE DAY o Qua Fev 17, 2010 12:40 am

'Nisse


New here!
Olá, novo epi só para voces!! xD. A continuação do ultimo. Hum...será que vão conseguir acabr com o Lobisomem?! Hum...? Será que a Rose conta ao Sam o seu dom? Bem, fiquem para ler. Beijao e obrgada pelos comments.

S1E3 BIG BROTHERS SAVE THE DAY

Dean e Brooke saíram do quarto ás pressas, desceram as escadas com igual pressa. O lobisomem estava perto, aquelas últimas notícias tinham sido na cidade.
― Espera! – Gritou Brooke. – A minha irmã?
Dean lembrou-se de Sam, ainda não o tinha visto.
― O Sam deve estar com ela.
― Será que estão no nosso quarto?
― Vai procurar lá, eu procuro cá em baixo.
Separaram-se por momentos.
Brooke voltou para o quarto, abriu a porta de rompante e encontrou o quarto vazio. Caminhou para a casa de banho e nada de Rose.
― Oh miúda, onde andas? – Tirou o telemóvel e discou o seu número. Não tardou até ouvir um toque reconhecido. Uma melodia engraçada, afastou o telemóvel do ouvido para se concentrar no toque, foi então que viu o telemóvel de Rose a vibrar em cima da cama. Saíra sem telemóvel.

Enquanto isso, Dean procurou no andar de baixo; no bar, no restaurante, na entrada e nada.
― Procura alguém? – Perguntou o porteiro de ar engraçado.
― Sim, o meu irmão. É um rapaz alto, cabelos castanhos pelas orelhas, olhos verdes…faz lembrar um carneiro mal morto.
O porteiro sorriu.
― Oh sim, viu-o sim senhor. Estava acompanhado de uma bela senhorita loira.
― A Rose. – Dean mordeu o lábio. – Sabe para onde foram?
― Bem, tiveram uma breve conversa ali nos sofás e depois, o seu irmão, perguntou-me se conhecia um sítio onde pudessem passear e eu indiquei o velho Oak Park. Pareciam muito interessados um no outro…
Dean ficou lívido.
― Você fez o quê?
― Indiquei o Oak Park. Oh é lindo sítio onde os jovens se podem conhecer melhor.
― Sim, e morrerem também…
O porteiro não percebeu a ideia e Dean deixou-o sem perceber. Voltou-se a tempo de ver Brooke descer as escadas com um ar de preocupação. Fez sinal e os dois afastaram-se da porta do hotel, ficando perto do carro de Brooke.
― A Rose deixou o telemóvel no quarto.
― Eu sei onde estão.
Brooke ficou em suspenso.
― Então diz-me!
― Oak Park. – Brooke abriu muito os olhos azuis. – Descansa, o Sam está com ela e caso esteja armado, ele acaba com o raio do lobisomem num instante.
― E se não estiver armado?
― Então temos que ir depressa. Toma…- Entregou-lhe o seu telemóvel. – Ficas aqui, enquanto eu vou busca-los. Entretanto, vai tentando falar com o Sam.
― Quem foi que te nomeou chefe?!
― Desculpa?
― Ouviste bem, não me digas o que fazer!
― Brooke, vai ser assim e pronto, não vou correr o risco de te levar e tu seres apanhada.
― Oh agora achas que sou fraca? Sou caçadora também, não sei se reparaste?
― Pois e a uns dias atrás quase que ficavas sem pele se não fosse por mim.
Brooke revirou os olhos e respirou fundo.
― Hey! A minha irmã está naquele parque e a mercê de um lobisomem, portanto eu vou!
Dean bufou.
― Tudo bem, vamos no teu carro.
― Porquê?!
― Porque não tenho a chave do meu carro aqui…
― Vai buscar, então!
― Ouve, temos um lobisomem estupidamente esfomeado, já matou 3 pessoas hoje e não me parece que fique por ai. Para acrescentar, o meu irmão anda por ai juntamente com a tua irmã, por isso deixa-te de cenas, dá-me a chave do teu carro e vamos!
― Não te dou a chave do meu carro…
A paciência de Dean estava a chegar ao fim.
― Queres que eu parta o vidro?!
Brooke bufou, acabando por tirar a chave entregando-a a Dean que sorriu convencido.

O lobisomem continuava a observar Sam e Rose, coberto de sangue, suor e lama. Estava sedento, muito sedento e com um ar tresloucado nos seus olhos. Observava-os como se esperasse alguma coisa.
Rose concentrou-se, conseguia ouvir o bater do seu coração mas depressa fê-lo calar-se concentrando em algo mais.
“Fome. Tenho tanta fome. Sangue, eu preciso de sangue!”― Ele tem fome…- Disse Rose – Muita fome.
― Já reparei…
Sam olhou para ela, viu-a com os olhos frios e um ar super concentrado. Respirava ofegantemente com o seu peito a descer e a subir.
“Estou esfomeado e sedento. Consigo ouvi-los a gritar por mim, o sangue a correr. Os corações…Eu preciso…eu preciso…”Ao mesmo tempo o lobisomem soltou um uivo temeroso. Estava completamente tresloucado e pronto para matar quem fosse. Começou a correr em direcção ao casal e estes começaram a correr em direcção a mata que rodeava o parque.

Dentro do carro, Brooke tentava chamar por Sam mas, nada. A chamada ou caía ou ninguém atendia. Largou o telemóvel e olhou pela janela, para as árvores que passavam a correr, subitamente a sua mente viajou, imaginou a sua irmã a ser devorada por um selvático lobisomem.
― Brooke, alguma coisa?
A voz de Dean despertou-a.
― Não. Onde raio fica este parque?
― Não muito longe, estamos mesmo perto.
― Grrr…Rose, só te metes em problemas!
Passou a mão pelos cabelos escuros e Dean olhou para ela. Debaixo de tanta arrogância, estava agora uma rapariga claramente preocupada.
― Vai correr tudo bem. Com sorte nem estão no parque…
Mostrou um sorriso e Brooke sorriu também.
― Uma mentira piedosa.
― Não é uma mentira piedosa, é mais para confortar afinal, o meu irmão também lá está…
― Mas, não pareces preocupado.
Dean continuava a olhar para ela.
― Já aprendi a acreditar que, quando menos se espera, o Sammy arranja maneira de se safar, mesmo quando a lâmina está no pescoço.
Brooke sorriu gentilmente e virou os olhos para a estrada em frente. A sua cara transformou-se em horror enquanto gritava.
― DEAN, CUIDADO!
Na sua direcção vinham as luzes de um enorme camião. Dean tentou virar o carro mas ainda raspou, com a parte traseira, nas rodas do camião fazendo com que o BMW se elevasse no ar e desse três cambalhotas violentas, acabando por bater num poste de luz.
Brooke e Dean estavam inconscientes, enquanto a gasolina caia pelo carro, escorrendo até ao poste de electricidade dobrado que soltava faíscas.

Sam corria o mais que podia com Rose ao seu lado. O lobisomem ia mesmo atrás numa velocidade estonteante.
“Só mais um pouco. Já posso sentir o gosto, o doce sangue dela. Doce…”Rose estava em pânico e corria o mais que podia. Subitamente fez-se silêncio. Não se ouvia a voz do lobisomem e parou de correr
― O que estás a fazer, Rose?! Não pares de…
― Ele desapareceu…- Rose virou-se para trás observando a mata atrás de si.
― Como é que…?
― Shh!
Rose continuava a escuta, não precisou de fechar os olhos nem se concentrar ou abrir os portões da sua mente. Começou a andar em volta como se o tentasse detectar.
“O coração dele é bom…forte…bombeia sangue que é uma maravilha…Vou ficar-lhe com o coração.”Olhou para Sam.
― Ele quer o teu coração…
― Como sabes isso?
A rapariga estava pálida.
― Vai matar-nos. Não temos como fugir.
Sam aproximou-se da rapariga.
― Como é que sabes disso?
― Eu ouvi…
― Ouviste? Eu não ouvi nada!
― Ele vai matar-nos!
Sam tomou a cara da rapariga entre mãos.
― Roseanna!
Mas, a rapariga já não olhara para Sam mas, sim para detrás do seu ombro. Sam virou-se e viu o lobisomem que, num gesto rápido e quase invisível, o derrubou e saltou para cima de Rose.

Brooke abriu lentamente os olhos, luzes tremidas de cor laranja passavam em frente dos seus olhos. Doía-lhe a cabeça e o ar estava com um cheiro esquisito. Levantou a cabeça e viu que estava ao contraio, apoiou-se na mão e sentiu picadas, até que viu que estava em cima de vidros.
Ao fundo ouvia-se a voz de alguém, viu o camião parado no meio da estrada e um homem a falar pelo rádio com um ar de pânico na cara.
Brooke estava a sentir-se tonta, muito tonta e aquele cheio, estava a dar-lhe cabo do sistema.
― Que cheiro é este?
Olhou em volta e viu um fio e gasolina a escorrer pelo carro e um pequeno riacho que se formava descendo pelo alcatrão, seguiu o rasto e viu que a poucos metros de distância, estava um poste de electricidade completamente dobrado cuja lâmpada soltava faíscas.
Demorou um bocado a chegar a conclusão que, se o pequeno riacho de gasolina chegasse as faíscas o carro explodia.
Virou-se para Dean que estava ao seu lado, encolhido, estava muito quieto.
― Dean, acorda! – Começou abanar Dean mas ele não acordava.
Enquanto isso as faíscas caiam.
Passou por cima de Dean e por momentos parou, estava numa posição muito constrangedora, mesmo em cima dele, observando o quão bonito era mesmo, estando desmaiado e a sangrar.
Uma descarga de faíscas fê-la despertar e tratou de se mexer. Apoiou-se de modo a puder chutar o que restava do vidro partido.
― Hum…- Dean começava a voltar a si.
― Oh agora acordas…

Rose estava encostada a árvore, enquanto o lobisomem a cheirava. Segurou Rose pelo cabelo e lambeu-lhe a cara.
Sam veio por trás e derrubou o monstro, fazendo com que Rose caísse ao chão com um estrondo.
Agora, a luta era entre Sam e o lobisomem que com as suas unhas enormes tentava arranha-lo. Sam desferiu um, dois, três socos que só fizeram o lobisomem cambalear, para depois este ataca-lo com uma valente placagem, abriu-lhe a camisa e com a mão esquerda, passou as unhas pelo peito de Sam, como se estivesse a escavar.
Rose pegou numa pedra e bateu na cabeça do lobisomem. O monstro levantou e voltou-se para Rose, passou a mão pela cabeça mostrando os dedos ensanguentados para depois, passar os dedos pela boca.
Num movimento rápido agarrou Rose e puxou-a para si, apertou o seu pescoço por segundos, deixando-a inconsciente e depois, atirou-a para longe…

Brooke saiu do carro e tratou de puxar, Dean que equivalia a um peso morto. As faíscas caiam agora perto da gasolina que ainda escorria.
A rapariga puxou Dean até uma distância segura, e caiu no chão sentindo-se tonta e com dores pelo corpo todo, subitamente ouviu-se uma explosão e uma bola cor de laranja rebentou e o BMW adorado de Brooke, irradiou numa bola de fogo.
Brooke cobria o corpo de Dean com o seu, enquanto voavam estilhaços de metal e vidro.
― Brooke…
A rapariga olhou para Dean.
― Estás bem?
― Não, a minha perna…- Dean apontou para a sua perna. Tinha cravado num enorme pedaço de vidro. ― Tira-o.
― O quê?! Não! Imagina que atingiu uma artéria principal morres em segundos.
― Também não quero ficar com isto aqui! – Gritou Dean. Estendeu o braço para chegar a perna mas Brooke agarrou-o na mão.
― Não sejas idiota! Queres ficar sem perna? – Dean voltou a deitar-se tentando não se concentrar na dor. - Consegues levantar-te?
― Achas que sim? Já viste o tamanho de vidro que tenho na perna?
― Se tivesses os olhos na estrada, nada disto tinha acontecido!
Dean bufou.
― Ajuda-me…
Brooke amparou Dean e os dois olharam para o carro em chamas.
― Oh…- Disse Brooke ao ver o seu carro reduzindo a chamas. ― O meu lindo carro…
Dean não soube o que responder, sentia-se um pouco envergonhado.
A poucos metros o parque estendia-se a sua frente. Então, ouviu-se um uivo.
― Sam…
― Rose…

O lobisomem cravou as unhas no peito de Sam e fez força. O rapaz gritou de dor mas isso não demovia o lobisomem, pelo contrário, só fez continuar com a tortura.
― Ó Lobo Mau! – A voz de Dean fez-se ouvir e o lobisomem olhou para ele. ― O caçador chegou!
Disparou uma bala de prata que o atingiu mesmo no peito, fazendo com que o monstro caísse ao chão.
Dean largou-se de Brooke e coxeou até o irmão que ainda estava deitado no chão.
― Sammy! – Caiu pesadamente ao lado do irmão e tratou de o segurar. ― Sammy!
Sam estava com um olhar meio perdido, com um ar grogue devido a dor.
― Estou bem, Dean…O que te aconteceu?
Largou-se do irmão e levantou-se, puxando Dean também.
― O carro delas explodiu.
― Como foi isso?
― Culpa minha, eu ia a conduzir e não vi o camião.
Brooke gritou pela irmã.
― Rose! - Fez-se silêncio, não houve resposta. ― Rose!
Sam, pôs as mãos a volta da boca.
― Roseanna!
Ouviu-se um gemer por entre os arbustos e Sam correu. Rose estava deitada no cão, tentado recuperar os sentidos.
― Estás bem? – Perguntou Sam.
Amparou Rose, levantando a sua cabeça do chão.
― Sim, e não me chames Roseanna. É Rose…
― Com certeza…- Disse Sam sorrindo. – Consegues levantar-te?
― Com ajuda.
A rapariga ficou de pé mas ainda cambaleou e Sam segurou-a. Os seus olhares cruzaram-se por instantes e Rose, que tinha a mão no peito de Sam, assustou-se.
― Oh meu Deus!
Sam olhou para o seu peito, estava todo arranhado.
― Não é nada…
― Não, temos de ir para o hospital. Estamos todos lixados. – Disse Dean, virou-se e começou a coxear.

Na manhã seguinte encontraram-se no ferro velho de Bobby
― Tem a certeza que isto não dá para salvar? – Perguntou Brooke olhando para o que restava do carro.
― Menina, sou bom mas, não santo. – Disse Bobby cruzando os braços. - Desculpa, Brooke o teu BMW já era.
Brooke suspirou.
― Com muita pena minha. – Olhou para Dean, que vinha apoiado numa muleta. – Como está a tua perna?
― Muito melhor. – Olhou para Brooke que trazia um penso na testa. – A tua cabeça?
― Bem. – Virou-se para Bobby. – Não queria incomodar mas, eu e a minha irmã não temos como…
― Como ir para casa, eu sei. – Disse Bobby. Apontou para a frente. ― Podes levar aquilo. Não é um BMW mas, tem rodas e um volante.
Apontou para uma pick up chevrolet vermelha. Brooke sorriu de felicidade e correu em direcção a carrinha.
― Gostas daquilo? – Perguntou Dean com algum espanto.
― Hey, aquilo é um óptimo carro! – Protestou Bobby.
― Sim! O meu primeiro carro foi um destes. Adoro-os! – Passou a mão pelo capô, ficando com a mão toda a suja – Precisa de uma boa limpeza mas de resto…
Bobby sorriu.
― Ainda bem que gostas…
― Adoro, sim. Prometo devolve-lo – Disse Brooke. Bobby assentiu. A rapariga virou-se para trás. – Rose! Mexe-me esse rabo, temos um longo caminho pela frente!
Rose apareceu acompanhada por Sam, os dois vinham em silêncio.
― Uau, igualzinho aquele que tu tinhas, Brooke. - Abriu a porta do carro e saltou para dentro do carro.
― É não é?! – Ligou o carro e olhou para os três homens que observavam – Bem, até a próxima, rapazes. Obrigada por tudo...
Brooke ligou o carro, sorriu a todos presentes e seguiu em frente, deixando um sinal de fumo negro atrás.
Os homens tossiram e abanaram o fumo da cara.
― Bem, eu vou lá dentro beber uma cerveja…- Disse Dean coxeando para dentro de casa.
― Queres ajuda a subir para o alpendre? – Perguntou Bobby gozão.
Dean parou e olhou para trás com um ar de irritação.
― Muito engraçadinho, Bobby. Muito engraçadinho…

Sam esperou Dean entrasse e virou-se para Bobby.
― Bobby, é possível uma pessoa ler os pensamentos de outra?
Bobby olhou para Sam intrigado.
― Andas a ler pensamentos, Sam?
― Não, não. É só por curiosidade, é possível uma pessoa ler os pensamentos de outra?
O mais velho pensou durante uns segundos.
― Penso que sim, se há gente que consegue ter visões sobre o futuro, falar com fantasmas porque não ler pensamentos? Apesar de nunca ter visto uma pessoa com essa capacidade, acredito que exista…
― E, caso exista, como se desenvolve? Nasce com a pessoa?
― Não acredito que se nasça com algo do género.
― Então…
― Bem, se funcionar como qualquer outro poder especial, normalmente é seguido de um trauma profundo como um acidente, uma experiencia de quase morte ou acordar de um coma repentinamente. É como se uma luz se acendesse nessa parte do nosso cérebro e podemos ver as coisas de maneira diferente…
― E ouviriam todos os nossos pensamentos? Quer dizer, de toda a gente?
― Penso que sim. – Bobby encarou o mais novo. – Sam, o que se passa?
Sam olhou para o rasto de pneus deixado pela pick-up vermelha.
― Nada, Bobby.
Por dentro, ponderava se aquilo que pensava era realmente verdade…



NEXT EPISODE: WHAT GOES AROUND COMES AROUND(LOOL xD)

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9 Re: Love is a Battlefied. o Qua Fev 17, 2010 8:28 pm

Marta_Somerhalder


Looking around
Ah que tá tão lindo......
Já sei que digo sempre o mesmo, mas pronto, nem tenho palavras
Adoro
Continua please!!!!!!!!!

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10 Re: Love is a Battlefied. o Sex Fev 19, 2010 1:30 pm

crazy_angel17


No need to fight
Olha, olha tu! xD
sabes como é, o people de Supernatural encontra-se em todo o lado, he he!

Sabes que adoooooroooo a tua fic, right? Mas para já não vou fazer assim um grande comentário, mas prometo que a partir do próximo vou tentar fazer uma coisa mais fofinha, lol!


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